O movimento feito pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab, ao anunciar a filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, indica que o partido se consolida como força de centro-direita, vestindo o figurino do contraponto ao “bolsonarismo raiz”.
Agora com três nomes “presidenciáveis” — Caiado e os governadores do Paraná, Ratinho Junior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite —, o PSD escolherá até março quem será o seu candidato ao Palácio do Planalto.
Mesmo assim, a ideia de Kassab é liberar os diretórios regionais da sigla para que façam as alianças eleitorais mais convenientes nos Estados, seja apoiando a chapa do PSD, a reeleição do presidente Lula ou o senador Flávio Bolsonaro (PL).
HEITOR GREGÓRIO