
Nelter denuncia escolas interditadas em Alto do Rodrigues e São José do Seridó, e cobra ação urgente do Governo do RN
O deputado estadual Nelter Queiroz (PSDB) utilizou o horário destinado às lideranças partidárias, durante a sessão plenária desta terça-feira (10), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, para cobrar do Governo do Estado ações efetivas na área da educação, especialmente no que diz respeito à manutenção e recuperação de escolas da rede pública estadual.
Como exemplo do que classificou como descaso da gestão estadual, o parlamentar citou a situação do Centro Estadual de Educação Profissional Professora Maria Rodrigues Gonçalves, localizado no município de Alto do Rodrigues, que se encontra interditado.
Segundo Nelter, mesmo após reuniões e cobranças feitas à Secretaria Estadual de Educação, o problema continua sem solução e a situação tem se agravado.
“Faz quase um ano que tivemos audiência com a secretária estadual de Educação e, infelizmente, a situação só piora. A escola está interditada e funcionando de forma improvisada em um prédio cedido, o que prejudica alunos, professores e toda a comunidade escolar”, destacou.
O deputado também chamou atenção para problemas estruturais em outras unidades da rede estadual, citando as escolas Professor Raimundo Silvino da Costa, em São José do Seridó, e Newman Queiroz, em Jucurutu.
PONTES E TERCEIRIZADOS
Durante o pronunciamento, Nelter Queiroz ainda fez um alerta ao Governo do Estado sobre a necessidade de recuperação de pontes em rodovias estaduais que apresentam riscos à população. Entre os pontos citados está a ponte sobre o Rio Piranhas, na RN-118, no município de Jardim de Piranhas.
O parlamentar também mencionou a necessidade de intervenções em pontes nos trechos das rodovias que ligam os municípios de Carnaubais a Alto do Rodrigues, pela RN-408, e Currais Novos a Lagoa Nova, pela RN-041.
Ao final do pronunciamento, Nelter Queiroz fez duras críticas à gestão estadual, classificando o Governo como “caloteiro” devido ao atraso nos pagamentos às empresas terceirizadas contratadas pelo Estado, situação que, segundo ele, tem prejudicado diretamente os trabalhadores.
“Infelizmente, o Governo do Estado não paga as empresas terceirizadas, e essas empresas também deixam de pagar os trabalhadores. Quem sofre é o servidor e o cidadão que depende dos serviços públicos”, concluiu.

















































































