Familiares de pessoas sepultadas no novo cemitério de Cruzeta, na região do Seridó do Rio Grande do Norte, estão denunciando atos de vandalismo que têm atingido túmulos recentemente construídos no local. A situação tem provocado revolta, apreensão e indignação entre moradores da cidade.
De acordo com relatos de familiares e visitantes, alguns dos alvos das ações criminosas são sepulturas erguidas há pouco tempo. Os danos observados incluem sinais de violação e depredação das estruturas funerárias, o que tem causado forte comoção entre parentes dos falecidos.
Diante do cenário, familiares cobram das autoridades municipais e dos órgãos de segurança medidas mais efetivas para coibir esse tipo de crime. A população também pede maior vigilância no cemitério, a fim de evitar novos episódios de desrespeito ao patrimônio funerário e à memória dos entes queridos.
Além da indignação social, a prática pode configurar crime previsto no Código Penal Brasileiro. O artigo 210 estabelece que violar ou profanar sepultura ou urna funerária é crime, com pena prevista de reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. Dependendo da situação, outros crimes também podem ser caracterizados, como dano ao patrimônio, quando há destruição ou deterioração de túmulos.
Moradores de Cruzeta reforçam o apelo por providências e classificam os atos como crimes contra a arte tumular e contra o respeito devido às famílias que têm seus parentes sepultados no local. A expectativa é que medidas de fiscalização e segurança sejam adotadas para evitar novos casos no cemitério.
Informações e foto- Redes Sociais de Céssio Pereira