Dom Silvio de Brito, filho de Cruzeta, é ordenado bispo auxiliar de Natal e leva a força do Seridó ao episcopado

Na manhã desta sexta-feira, 1º de maio de 2026, a Igreja Católica no Rio Grande do Norte viveu um momento de grande significado com a ordenação episcopal de Dom Silvio de Brito como bispo auxiliar da Arquidiocese de Natal. A celebração, marcada por emoção e fé, reuniu fiéis, religiosos e autoridades eclesiásticas na capital potiguar.

Seridoense, natural do município de Cruzeta, Dom Silvio carrega em sua trajetória as marcas da religiosidade e da cultura do interior do estado. Sua caminhada vocacional teve início ainda jovem, inspirada pela vivência comunitária e pela forte tradição católica da região do Seridó, conhecida por sua devoção e participação ativa na vida da Igreja.

Ao longo dos anos, Dom Silvio de Brito construiu uma sólida trajetória pastoral. Atuou em diversas paróquias, onde se destacou pelo zelo com a evangelização, proximidade com as comunidades e dedicação às causas sociais. Seu trabalho sempre foi pautado pelo acolhimento, pela formação de lideranças leigas e pelo incentivo à participação dos jovens na Igreja.

Além da atuação paroquial, exerceu funções importantes na organização pastoral, contribuindo para o fortalecimento das ações evangelizadoras e administrativas da Igreja no estado. Reconhecido por seu espírito missionário e capacidade de diálogo, conquistou o respeito tanto do clero quanto dos fiéis.

Com a ordenação episcopal, Dom Silvio assume agora a missão de auxiliar o governo pastoral da Arquidiocese de Natal, colaborando diretamente com o arcebispo na condução das atividades religiosas e no cuidado com o povo de Deus. Sua nomeação representa não apenas o reconhecimento de sua trajetória, mas também a valorização do Seridó potiguar, que vê um de seus filhos alcançar o episcopado.

A cerimônia desta sexta-feira simboliza, portanto, não apenas um novo capítulo na vida de Dom Silvio, mas também um momento de orgulho para Cruzeta e toda a região seridoense, que acompanha com alegria a missão de seu conterrâneo na Igreja.

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